Virando uma hotwife em Porto Alegre
Oi, meu nome é Márcia, sou uma coroa (65), gaúcha, loira e casada liberada pra ser putinha.
A história que vou registrar aqui aconteceu já tem mais de dez anos então posso me confundir em um detalhe ou outro, mas é o como eu me lembro do que aconteceu.
Eu já era uma “hotwife” há muito tempo, mas sempre meu marido estava de alguma forma participando do que eu fazia, íamos juntos às casas de swing ou mesmo que fossemos pra algum lugar pra eu paquerar e sair sózinha com o macho, ele ia também e ficava de longe vendo os caras chegarem em mim, até que eu me estusiasmava com algum, ia dar uns amassos e saía pro motel, deixando o corno me aguardando pra ver se ia sobrar alguma migalha pra ele depois.
Nesse período morávamos no Rio, mas anos depois decidimos voltar pra Porto Alegre, eu já estava aposentada, e minha familia é daqui. Então passei a vir pra cá pra organizar a casa nova enquanto meu marido ainda trabalhava no Rio. É lógico que não tinha como a gente viajar toda semana pra se ver, na melhor da hipóteses uma vez por mês eu ia pro Rio, ou ele vinha pra POA, o que funcionasse melhor.
Nessa época a gente tinha um perfil do casal no site onde tinha várias fotos minhas e ali havíamos conhecido alguns amigos com quem saímos, mas forsm poucos. Acho que uns três, e olha que mantivemos a conta por um tempão.
Meu marido entäo deu idéia de eu ter uma conta só pra mim. A desculpa era a gente poder fazer sexo virtual, não apenas entre nós dois, mas eu acho que ele queria mesmo era me ver fazendo aquelas lives.
Eu cheguei a fazer uma live, mas não me adaptei muito bem àquela coisa de um monte de mensagens, nem dava pra ler direito. De qualquer forma foi muito doido ter mais de 500 homens totalmente tarados e me desejando, querendo me fuder todinha. Eu fiquei muito tesuda na hora, gozei na live e até hoje gozo lembrando enquanto toco uma siririca alizando a xaninha.
Mas usei o site principalmente pra fazer chamadas de vídeo com vários gatinhos, eles se masturbavam me olhando, mandavam eu tirar a blusa, mostrar a calcinha, botar o dedo na xana e no cuzinho. Eu gosto quando o homem manda, faço tudo o que querem e vejo eles ficarem muito tezudos, até a porra jorrar. Eu gGlozo também, mas nunca é o bastante, depois tenho que tocar outra siririca senão não consigo dormir. Fico lembrando da piroca do cara a noite toda.
No Sul eu cheguei a sair com um cara que conheci no site , o André, mas o apelido dele era Big da serra. Morava em Caxias, era um gringo alto e forte, cabelo preto e uma pica grandona, grossa e cabeçuda, tudo que me deixa bem doida. A gente começou a conversar pelo site ainda no Rio, pela conta do casal, quando eu criei a minha conta, Louraboa, a conversa esquentou e quando fui pra POA sózinha, deixando o corninho trabalhando no Rio, o Big quis realizar o que nós dois queríamos. A gente já fazia chamada de vídeo direto. Ele alisava a pica pra eu ver eu mostrava a xaninha pra ele e tocava siririca abrindo bem a xana, deixando ele ver tudo até que eu gozava.
Na mesma semana que cheguei ele já marcou de me ver. Como ele é casado e mora em Caxias do Sul ia descer pra Porto Alegre só pra me ver, então arrumou uma visita a cliente na quarta de manhã, ia resolver aquilo cedo e depois ficava com o dia livre pra sair comigo.
Me pegou na esquina de casa às 11 da manhã. Eu nem acreditava que a gente finalmente ia se encontrar depois de tanto tempo só me masturbando com a imagem daquele homem, e que homem bonito. Acho que se não fosse pela internet e ele não soubesse que eu adoro ser puta ele nunca ia me dar pelota. Começa que ele é grandão e eu sou pequeninha, além disso, sou bem mais velha. Ali quando a gente saiu ele tinha seus trinta e poucos anos e eu já tinha passado dos cinquenta.
Na verdade eu estava com medo dele não gostar de mim, mas quando entrei no carro o medo acabou, a cara de satisfaçäo dele dizia tudo, e assim que fechei a porta do carro ele me abraçou e tascou um beijão, de língua, bem devagar mas decidido. Naquela hora, se ele quisesse eu largava tudo, marido corno, familia, casa e ia bem feliz pra ser a puta dele por tempo integral.
Não fomos pro motel direto. Paramos no Habib’s ali no parcão pra comer alguma coisa e tomar um chope, tava um clima ótimo, bem namoradinha. Ele com o tesão transbordando, não tinha como não ficar evidente. Eu muito na moita, passava a mão na coxa dele sobre o jeans e sempre dava uma relada de leve na virilha onde dava pra sentir que o pau dele já estava quase explodindo.
Quando saímos do Habibs pro motel quase não aguentei, fiquei passando a mão na pica do André por cima da calça, queria tirar pra fora e chupar ele ali mesmo, mas o carro não tinha insulfilm e fiquei com medo de dar algum problema, tipo ser parados pela polícia.
No motel foi bom demais. André me beijou assim que entramos, e com aquelas mãozonas nos meus ombros fez eu ajoelhar, desafivelar as calças dele e então chupar a pica cabeçuda. Chupei um pouco, descendo até o fim, não era tão comprido que eu não conseguisse engolir, mas tinha que abrir muito a boca, então ele começou num vai-e-vem, metendo a pica na minha boca como se fosse uma bucetona, e eu simplesmente adoro isso, adoro sentir um cacetão entrando na garganta até o fundo, fico ensopada só de pensar.
Não teve como escapar, o André já estava muito tesudo e com aquele boquete senti a pica ficando enorme e rígida na minha garganta e ele explodiu numa gozada maravilhosa, segurei firme na boca equanto engolia a porra toda. Bebi foi muito esperma aquele dia. Ele devia estar há dias sem dar uma gozada.
Me beijou mesmo eu estando ainda com o gosto da porra dele na boca e, agora com mais calma, começou a tirar a minha roupa. Eu estava de jeans e uma camiseta, mas usei uma sandália de salto agulha e uma calcinha bem de puta que aparecia atrás com os jeans de cintura baixa.
Fiquei só de calcinha, mas ele mandou eu calçar as sandálias de volta pra ele poder olhar. Fiz o que ele mandou, dei uma volta, virei de costas pra ele e andei com o meu melhor rebolado até uma espécie de sofá do outro lado do quarto. Era vermelho, da cor da calcinha minúscula atrás que realçava minha raba branquinha, o descanço de braço do sofá era só de um lado e meio alto, de forma que ficava mais ou menos na altura da minha cintura. Me debrucei ali e fiquei com a bunda empinadinha e as pernas um pouco afastadas esperando o macho do André. Ele devia ter tirado a roupa enquanto eu caminhava de costas pra ele, e quando veio por trás me segurou pela cintura e senti aquele cacetão gostoso no meio das pernas. Já estava duro outra vez, acho que ele gostou de me ver bem puta, de calcinha fio dental e salto alto, rebolando e me oferecendo pra ele.
Abaixou minha calcinha e roçou a pica na xaninha. Me debrucei ainda mais, pra buceta ficar bem liberada pra ele meter. Senti aquela cabeçona encostar na xana, eu já estava toda melada, mas não era só o meu tesão. A pica dele estava pingando e lambuzou minha buceta toda pelo lado de fora. Ele empurrou e a pica arregaçou minha buceta, foi metendo fácil e me deixou tão maluca que eu pedia: “Mete caralho! Mete! Mete que eu sou puta! Caralho gostoso!”
Ele socou com força. Me arrombou até o talo e eu gozei mas ele não parou e continuou fudendo forte e eu gozei de novo junto com ele.
Fomos descansar um pouco na hidro, eu estava entregue, e não precisa mais puca naquele dia. O André me satisfez de um jeito maravilhoso. Mas ele queria tirar o atraso depois de tanto tempo só no virtual, então pegou minha mão e fez eu começar uma punhetinha nele bem devagarinho. Não demorou pra pica ficar dura outra vez. Ele me virou de costas pra ele na hydro e encaixou a ponta da pica no meu cuzinho. Eu gosto muito de dar o cu, sempre gostei, então não tenho o cu apertadinho, ma a pica do André era muito grossa e entrou devagarinho, me dilatando, bom demais, eu ia lembrar disso o dia todo me sentindo abertinha atras. Ele enterrou até o talo, socou cim força, me chamava de gostosa, tesuda, arrombada, e dava uns tapas na minha bunda. Gozou no rabo, encheu de leite e eu gozei dando o cu e alisando o grelinho.
Acabou, eu não tinha mais condiçao de fuder mais aquela tarde. Ele também tinha que dirigir de volta até caxias e já era umas 4 da tarde.
Ali do site o Andre foi o unico que sai sózinha, e a partir daí, passei a arrumar meus programas sem meu marido participar.
Por alguma razão, naquele site eu nunca conseguia marcar pra sair com algum homem. Tomei inclusive vários bolos. Então passei a usar também o site , ali tem muito gay, mas o pessoal é mais direto, na maioria das vezes quer mesmo uma puta pra dar uma trepada, sem muito romance nem enrolação. Como meu marido estava o tempo quase todo no Rio eu passei a sair direto com os amigos. Alguns até como programa pago o que me dá um tesão a mais de me sentir cem por cento puta.