Tesão incontrolável na barbearia

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Na última sexta-feira de 2024, eu precisava cortar o cabelo com urgência, pois teria uma festa à noite e, devido à correria, ainda não tinha conseguido parar para fazer isso. Eu estava trabalhando em uma cidade vizinha e pedi indicação a algumas pessoas que moravam perto do meu local de trabalho. Recomendaram a barbearia do Raí, que era nova e estava funcionando havia apenas duas semanas. Mandei uma mensagem pelo WhatsApp, e o barbeiro disse que já estava fechando, mas que me atenderia se fosse algo urgente. Respondi que seria rápido e corri até lá.

Chegando ao local, notei que o barbeiro era um homem de cerca de 35 anos, meio forte. Não era aquele cara 100% definido, mas tinha aquele corpo estilo “pai de família gostoso”. Cabelo um pouco bagunçado, barba bem feita, definitivamente um cara bonito e atraente. Ele me cumprimentou de forma simpática e pediu que eu sentasse e ficasse a vontade. A barbearia era bastante charmosinha, paredes pretas, aqueles quadros típicos de barbearia, alguns spots de luz no teto, espelhos gigantes. Notei apenas que estava um pouco quente e logo descobri o porquê.

— Cara, desculpa se estiver um pouco quente, acho que o ar condicionado deu problema, não tá esfriando bem, até já pedi para o técnico vir dar uma olhada.— Falou Raí.

— Tranquilo, eu meio que já estou acostumado com calor, não ligo tanto.

Raí foi em direção a porta de entrada da barbearia e começou a baixar o portão de ferro, fechando totalmente.

— Rapaz, vou fechar aqui a porta porque depois das 17h a vizinhança já tá fechando praticamente todo o comércio e começa a ficar perigoso.

— De boas, ouvi falar que realmente tá tendo bastante assalto nessa região. — Falei em concordância.

Raí começou a cortar o meu cabelo enquanto batíamos aquele velho papo aleatório, até que o ambiente começou a ficar ainda mais quente, talvez por ter baixado o portão de ferro e ter deixado o espaço ainda mais fechado.

— Cara, tá bem quente mesmo, se tu quiser tirar a camisa e ficar só com a capa não tem problema, fica à vontade. — Falou em um tom meio preocupado.

— Ah, se não tiver problema eu gostaria, mas fica tranquilo que tou de boas.

Raí então tirou a capa e eu tirei minha camiseta, notando que ele tinha dado uma rápida olhada para o meu corpo pelo espelho e desviado o olhar logo em seguida. Na sequência, colocou a capa de volta e perguntou se eu me importava dele também tirar a camisa dele — e eu, obviamente, consenti de imediato.
Quando ele tirou a camisa notei que ele realmente tinha um corpasso, daqueles da dar água na boca. Um peitoral muito forte e bem marcado embaixo, daqueles pesadões mesmo e levemente peludos. A barriga não era totalmente definida, mas não era nada exagerada, era aquele tipo de barriga levemente saliente, mas muito gostosa e também com alguns pelo que lhe conferiam um ar de macho. A calça preta que ele usava estava levemente caída e uma pequena parte dos seus pentelhos estavam aparecendo, eu via tudo pelo espelho.

Imediatamente meu pau começou a dar sinal. Aquele ambiente completamente fechado, com atmosfera e iluminação quente e, ainda por cima, um puta macho sem camisa me cercando de um lado para o outro, quase suado. Raí andava ao meu redor, passando por trás da minha cadeira — e enquanto trabalhava no meu cabelo, eu sentia de vez em quando, de forma quase despretensiosa, seu volume encostar no meu cotovelo (um clássico das barbearias). Na terceira ou quarta vez que encostou, ele sorriu e brincou:

— Cara, se tu deixar teu braço assim aberto vai ficar sentindo meu pau kkkk. — Disse em tom descontraído.

— kkk porra, é mania que tenho de sempre ficar assim de braço aberto. Mas não tenho besteira com isso não, o pau raspando no braço é um selo de qualidade de qualquer barbearia. — Falei e rimos os dois ao mesmo tempo.

— Bom é assim mesmo, também não tenho muito besteira, afinal passo o dia aqui cuidando de macho mesmo kkk. E tem até uma clientela que gosta de receber umas sarradas. — Disse Raí, ainda em tom descontraído.

A conversa tinha tomado um outro rumo e eu comecei a desconfiar que Raí talvez curtisse um pouco uma brotheragem com outros caras. Apesar da aliança em seu dedo, talvez ele não tivesse fechado aquela porta somente por questão de segurança, como também o fato de ter pedido para eu tirar a camisa e ter tirado a dele talvez não fosse tão despretensioso assim, decidi jogar umas iscas e ver a sua reação.

— Você com certeza já deve ter recebido umas propostas dos clientes, com esse corpão forte deve ter uns moleques que ficam doidos — Disse, ainda mantendo o tom descontraído e ao mesmo tempo meio safado que aquela conversa tinha assumindo.

Ele riu e continuou…

— Rapaz, pior que já recebi sim viu kkk, e não vou mentir para você, fim do dia, o cara bastante cansado e com tesão…. eu já acabei aceitando algumas kkkkkkkk.

— Sério? E o que rolou? Uma mamada? — Perguntei com um sorriso agora safado.

— Exatamente kkk, uma mamada das boas, o carinha chupava bem demais. Eu gozei rapidinho e fui para casa levinho kkkkkk, o moleque deu uma boa esvaziada no meu saco.

— Porra, que massa! — Disse olhando para Raí.

Ele me olhou por alguns segundos com um sorriso sacana, permaneceu um pouco em silêncio e mandou a boa:

— Cê não quer me fazer uma proposta dessas não? — Perguntou e ficou um pouco mais sério e com cara de tesão.

Eu apenas olhei para ele, dei um leve sorriso e comecei a desabotoar a calca dele. Ele ajudou, baixando a calça até o joelho e ficando só de cueca — uma cueca cinza, com um baita volume e com o pau dele todo marcando. Rola grossa, guardada para a esquerda, duas bolas bem gostosas e um volume daqueles pesados, que a cueca tem dificuldade de segurar. Ele se aproximou da cadeira e com a mão esquerda eu comecei a alisar aquele saco, enquanto minha mão direita foi para o seu peitoral. Porra, que tesão aquele peitão dele meio peludo. Minha mão deslizava por toda aquela pele, levemente suada, descia pela sua barriga e despois voltada para o peitoral.

Raí foi ficando excitado e eu vi aquele cacete ganhar vida e começar a esticar sua cueca. Eu levei meu rosto bem perto daquele volume e aspirei. Que delícia, cheiro de pau. Fiquei algum tempo sentindo aquele perfume de pica tesuda e comecei, então, a passar a língua sobre o tecido da cueca. Passei a língua por toda a extensão, deixando o tecido meio transparente com a minha saliva. De repente, Raí puxou a parte de baixo da cueca para o lado, revelando apenas aquele sacão. Porra, ele tinha duas bolas grandes, pesadas e que pareciam estar inchadas de tanto esperma acumulado. O saco dele era levemente peludo, o que fez minha boca salivar e logo ir de encontro. Nada mais delicioso que um sacão peludinho.

Passei a língua naqueles ovos, sentindo a textura perfeita e aquele prazer, aquele cheiro e aquele gosto que só o saco de um macho proporciona (desde a adolescência eu sempre amei saco, tinha um baita tesão sempre que algum moleque falava sobre suas bolas e, as vezes, até mostrava no meio da resenha. Lembro que inclusive já bati punheta por ter visto o saco de um amigo da escola e ter achado gostoso para um caralho). Passei um bom tempo me deliciando nos ovos de Raí, chupando bola por bola e deixando aquele saco bem babado.

Raí já estava explodindo de tesão e puxou a cueca, revelando finalmente o maior símbolo da sua masculinidade: aquele cacete, grosso, duro feito pedra e já levemente babado. Digo sempre que existe rola de moleque e rola de macho, e a dele era sem dúvida uma rola de macho, imponente e viril. Eu cheirei mais uma vez aquele cacete, agora sem nenhum tecido na frente, toquei com o meu dedo indicador bem na ponta da cabeça da pica dele e, quando puxei, formou aquele fiozinho de baba, que delícia, um verdadeiro sinal de tesão.

Comecei a lamber lentamente a cabeça, misturando minha saliva com a baba do seu pau e sentindo aquele gostinho delicioso e levemente salgadinho; arrancando gemidos abafados de Raí. Depois de provoca-lo bastante, finalmente engoli aquela pica e comecei um vai e vem gostoso com a minha boca, sempre usando muita saliva e deixando aquela rola babada. Como eu amava aquilo, nada me dá mais tesão que chupar um homem, sua parte mais íntima, e ver ele revirando os olhos de prazer. Eu passaria horas com aquele pau na minha boca, sentindo toda a masculinidade daquele barbeiro safado. Raí começou a gemer bastante e a falar putaria, me deixando ainda mais louco.

— Isso, meu putinho, chupa gostoso essa cacete vai….ahhhhh… que delícia…mama essa piroca vai….ahhhh…..boquinha gostosa da porra….

Raí começou a meter com força na minha boca, batendo na minha cara com aquela mãozona pesada dele e metendo a pica no fundo da minha garganta, fazendo aquele sacão bater no meu queixo e forçando cada vez mais minha cabeça contra o seu pau. As vezes metia lá dentro e segurava, me deixando quase sufocado e então tirava toda a pica de dentro, dando aquele sorriso de puto safado. Até que não aguentou…

— Ahhh, Ahhhh, porra…. tá vindo…… caralho……………………Ahhhhhhhhhhhrrrrrrr — E gozou, jogando sete ou oito jatos de porra na minha garganta.

Senti aquele líquido quente e espesso encharcar o céu da minha boca, com aquele gosto levemente azedo. Raí sorriu e pediu que eu engolisse, me chamando de putinho safado — não neguei, aquele saco era gostoso e tesudo demais para eu não beber o leite que saía dele. No final, ele ainda me deu um beijo bem safado, mesmo com a minha boca gozada; e me deu sua cueca de presente para eu sentir e lembrar do cheiro da rola dele. Saí dali realizado, por ter feito mais um macho gostoso gozar. Dias depois, quando voltamos a fazer uma putaria, ele contou que naquela noite tinha comido a esposa dele como nunca antes kkkk. Até hoje, morro de tesão por babeiros.

Abraços, galera! Leiam meus outros contos e comentem bastante.