Corno de meu irmão caçula

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Vou contar de primeira mão, por isso desculpem os eventuais erros de escrita, não sei se será uma história erótica, porém, foi uma experiência que se deu comigo, era casado há 15 anos na época dos fatos e me dou bem com minha mulher na cama, diga-se não temos preconceitos e temos a mente sempre aberta como relação aberta, swing, e da parte dela sempre disposta a novas aventura, somos legais, enfim, nos damos bem.temos dois filhos homens, e uma menina, três adultos e a menina de menor, tinhamos na época 38 anos e ela 37 anos, moramos no mesmo condomínio que meus pais idosos e tenho um irmão de 18 anos, o chamado filho tem porão. é o queridinho de todos, sempre paparicado, grande amigo de meus filhos, tem inteira liberdade em nossa casa.

Há poucos dias tive de fazer uma viagem a serviço e rumei para empresa já que a mesma e que ia dar a condução as pressas, era uma quinta feira, umas 14 horas, meus filhos adultos estavam no trabalho e a menor no colégio, na portaria do condomínio, encontrei meu irmão que estava chegando para almoçar, pois trabalha perto, num escritório e costuma almoçar em casa, nos despedimos, falei da viagem e rumei para a empresa.

Lá chegando, dei-me conta que esquecera um documento, para não traz peguei um táxi e corri para casa, isso me atrasaria uma hora mais ou menos, subi de escada mesmo, pois o elevador estava demorando e moro no 4º andar, abri a porta devagar, não queria assustar minha mulher, mas, uma vez na sala, ouvi ruídos no quarto de nossos filhos o que estremeci, pois não era um ruídos caracteristicos mais sim gemidos abafados, cheguei a pensar que fosse um dos meninos, fui pé ante pé até a parta que estava meio aberta e o que vi foi inacreditável, meu irmão estava entre as pernas de minha mulher que o abraçava com fúria, cravando as unhas em suas costas estava de vestido erguido acima da cintura, ele com as calças arriadas e bombava com toda a força da juventude! O primeiro impulso foi invadir e cobri-los de porrada, mas algo me deteve, fiquei paralisado olhando como se fosse um sonho louco ou pesadelo.

Clau gemia como uma alucinada enlaçada as pernas na cintura do meu irmão, Clau gozou e relaxou mas meu irmão ainda não e saiu de cima de Clau se deitou-se na cama ao seu lado, onde Clau pegou seu pau e ficou acariciando, enlaçando com a mão, sorrindo então o abocanhou e engoliu aquele pau, fazendo ao mesmo tempo movimentos com a mão meu irmão gemia, se contorcia, quando estava a ponto de gozar, Clau parou e lhe pediu para gozar dentro dela! jorra dentro de mim e ficou de quatro, arrebitou a bunda, meu irmão começou a beijar sua nuca e foi descendo, alisando seu corpo, um belo corpo, pois minha mulher se cuida, alisou a bunda, acariciou o grelho, Clau rebolava, encostando a cabeça no travesseiro, meu irmão beijava suas costas, foi descendo, beijou seu cu, lambeu,mas eu estava com raiva mas excitado, de pau duro também, meu irmão continuava lambendo a sua xana, começava de baixo, bem devagar, subia até o cu enfiando a língua, podia ver o rosto corado de Clau, manchas vermelhas nas bochechas, mordia o travesseiro, até que não aguentou:- lhe dizendo põe logo! Põe logo cunhadinho gostoso! Eu te amo! Eu te amo! E meu irmão começou cutucar sua xana com o pau, enfia e tirava, enfiava tirava, com Clau lhe implorando:- Enfia! foi quando ouvi-o falar: só enfio se prometer que sempre vai ser minha! Clau sacudia a cabeça em negativa e meu irmão naquela brincadeira, enfiava um pouco e tirava, com Clau gemendo e dizendo pare de me torturar! e meu irmão dizendo então me promete que sempre vai ser minha? pois também de amo! Só gozo com você! te amo.

Puxa, cena tocante, pensei, até que Clau disse: Sim, sempre vou ser tua, sempre! eu te amo!- Então meu irmão enfiou e bombou com força, desceu as abas do vestido e segurou os seios, aqueles seios fartos e firmes que eu conhecia tão bem e que julgava ser o único a tocá-los! Ao gozar, Clau se voltou e suas bocas se colaram, tremiam de puro gozo e tombaram de lado na cama, meu irmão disse: tenho de voltar ao trabalho! recuei e caminhei de costas até a estante, onde o documento havia ficado, peguei o envelope e saí.

Quase chegando na empresa o meu celular tocou: era minha mulher, dizia ela:= Amor, você esqueceu o seus documentos encontrei na mesa de cabeceira, vou pedir a seu irmão para levar até você, senão sua viagem será perdida, lhe respondi:- não se preocupe, “querida”, já fui aí e peguei estava na estante, não é mesmo? foi um silencio do outro lado, só ouvia a respiração alterada de minha mulher, lhe disse:- não precisa incomodar meu irmão, o documento está comigo!, pode continuar o que vocês estavam fazendo amor depois nos conversamos viu minha vida…