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    Ser Vadia está no meu Sangue

    • 25 de outubro de 2020
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    Olá tudo bem? Sou Julia, de Santa Catarina,e nesse conto quero mostrar minha própria trajetória de como comecei a ficar cada vez mais fácil, mais promíscua, mais puta.

    Eu creio que minha transformação, ou aceitação, que eu gosto de ser quem eu sou foi quando eu mudei de cidade. Achei ótimo porque já não estava gostando de minha escola e achei que no lugar novo, irei ter novas amizades, e talvez um novo começo. Meus pais mudaram e claro eu fui junta. Filha única, novinha. Já não era virgem mas não tinha tanta experiência. Tinha relacionado um com um namoradinho umas vezes.

    Vamos ao que interessa. Cidade nova, verão, estava na casa de uma tia, e ela tinha uns amigos por lá. De todas as idades. Eu estava com uma saia e um top. Bonita, mas talvez um pouco periguete. Já era bem peitudinha, então os seios chamavam atenção, trazia olhares. Mas tudo bem. Normal. Um rapaz, Douglas, de uns 20 anos, deu em cima de mim, super gatinho, charmoso, lábios cheios, parecia que tinha aquele beijo. Ficamos conversando, flertando. Quando fui na cozinha sozinha, ele me seguiu e meu deu beijo, daqueles de enfraquecer os joelhos, que beijo. Abracei ele e o beijei com vontade. A mão dela foi na minha bunda, mas não deixei, pelo menos não ali na cozinha. Voltamos para a sala e despistamos.

    Falei com minha tia que iria embora que ele iria me dar carona, ela brincou para comportar e fomos. Descemos e fomos ao carro dele. Ele me perguntou se queria ir em para um lugar mais discreto, eu disse que gostaria. Já era noite e ele dirigiu para um lugar discreto, tipo um estacionamento de vans, parou o carro no meio das vans, tudo escuro, deu até medo, mas sentia confortável com ele. Conversamos um pouco, trocando uns beijos e senti a mão dele bem em cima da minha coxa, olhando bem nos olhos, falando que eu era linda, tal, e que ele estava louco, e mais tal e tal.

    Eu queria me comportar, mas o tesão falou mais alto. Deixei a mão dele subir, sem obstáculos, até abri as pernas um pouco para ele, enquanto ele me beijava, e começou acariciar minha buceta por cima da minha calcinha. Já tinha meses sem ser tocada ou até me tocar, então foi aquela sensação eufórica, sentindo esse cara passar a mão na minha buceta. Ele puxou meu top para baixo, e caiu de boca nos meus seios, igual um bezerro, mamando, com a mão safada acariciando por cima da calcinha. Senti a vaquinha dele, senti muito tesão, deixei rolar. Não sabia onde colocar minha mãos, segurei no banco a outra no ombro dele, sentindo os toques dele. Senti minha calcinha puxada para o lado e meus lábios, já melados, tocados e ele gemendo, falando que eu estava molhada para ele. Ele empurrou facilmente, um dedo dentro, que foi maravilhoso, e tirou, e foi massageando meus lábios e atentando meu grelo.

    Não tinha como não gemer, estava muito gostoso. Ele mesmo, me virou, com minhas apernas abertas para ele e puxou minha calcinha. Eu não depilava na época, mal cortava, fiquei super constrangida, mas deixei continuar. Ele caiu de cara entre minhas pernas e começou a fazer oral em mim, que na verdade foi meu primeiro oral de verdade. Ele namorou minha buceta com a boca dele de um jeito que eu não conhecia. Chupava meus lábios, empurrava a língua dentro, mamava no meu grelo, comecei a suar e gemer sem parar. Tive meu primeiro orgasmo com outra pessoa, de tremer, gemer, quase gritar. Tive que empurrar ele porque estava muito sensível. Pedi um tempo, ele respeitou, eu fechei as pernas e respirei.

    Queria retornar o favor, fui abrindo o short dele, ele deixou, me perguntou se eu gostava de chupar pau, eu falei a verdade, falei que não tinha muita experiência. Tirei o pau dele para fora, meio molengo, meio duro, e soquei na boca. Fiz o que eu sabia na época, segurei na base e arregacei a pele e comecei a namorar, do meu jeito, a cabeça roxa dele. Estava bem salgado e senti ele endurecer na minha boca bem rápido. Ele me guiou, falando para não segurar a base tão forte e também não puxar para baixo tão forte. Ele me mandou tirar a mão e ir só com a boca. Fiz um vai e vem, cima em baixo, com ele empurrando minha cabeça e gemendo, falando que eu tinha uma boca maravilhosa. Fiquei chupando a rola dele até ele interromper.

    Fomos para o banco de trás. Deixei ele dar as ordens, deitei no banco de trás, pernas abertas, ele perguntou se eu tomava remédio, eu disse que sim, posicionou entre minhas pernas e empurrou bem devagar, que doeu para caralho no inicio, mas depois que a cabeça entrou, foi aquela euforia de novo. Agarrei nas costas dele e senti ele empurrar fundo e começar a me comer. Ele falava que era super apertada, eu não conseguia falar nada, apenas gemia, e aproveitava do momento, sentindo ele invadir minha buceta fundo e forte, foi muito gostoso. Cada bombada que ele dava, senti uns mini choques no meu abdomen, ele acertava muito fundo e sentia dor, mas também sentia prazer. Sentia meus peitos chupados, puxados, apertados, nunca tinha sido comida assim, e estava adorando. Foi arrombada por um bom tempo, em baixo dele, aquele peso todo em cima de mim e aquele pau me arrombando toda.

    Ele falou que iria gozar, bombou mais, tirou e gozou na minha barriga, porra quente e cremosa. Senti bem aberta lá embaixo, pela primeira vez, arrombada. O olhar dele foi maravilhoso, olhar de tesão. Vi quanto eu gostei de ver aquele prazer que eu tinha concedido. Comecei a perceber o tamanho poder de ter uma buceta. Rsrs. Ele me emprestou uma camisa velha e suja para me limpar e nos vestimos. Me levou para casa, já sentindo bem dolorida. Tive várias reflexões no meu banho. Gostei dele, gostei de ter transando com ele assim de cara. Tinha várias coisas que tinha interesse em experimentar. Com essa rapaz, Douglas, consegui explorar muito minha sexualidade, talvez até demais.

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