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    O almoço da casada foi leitinho quente

    • 2 de novembro de 2020
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    Ana Carolina é uma mulher atraente, cerca de 1,70m de altura, um pouco menos de 40 anos, cabelos pretos, traços indígenas, olhos escuros, lábios carnudos, sem barriga, bundinha arrebitada e seios firmes.

    Nos conhecemos no prédio onde trabalhamos, embora não sejamos da mesma área. Eu já havia percebido a aliança em sua mão esquerda, mas ela é simpática e expansiva quando conversamos. Como moro perto do trabalho e sou dono do meu próprio escritório, frequentemente almoço na minha casa e depois retorno.

    Certa vez, peguei o elevador para ir almoçar em casa e encontrei Ana Carolina. Ela estava elogiando a torta de limão do restaurante ao lado do prédio, onde as pessoas normalmente almoçam.

    – Pessoalmente acho muito doce aquela torta, prefiro algo mais amargo. – respondi.

    – Sério?

    – Sim, café amargo, chocolate amargo, cerveja amarga …

    – Ah, mas eu sou um docinho…

    Fiquei surpreso com o comentário, mas aproveitei a deixa:

    – Realmente, alguns docinhos são mesmo muito gostosos – disse eu, olhando para ela de cima a baixo.

    Seu rosto corou e ela deu uma risada meio nervosa:

    – Ai, moço, é brincadeira, eu não sou oferecida assim, ta? – se justificou, colocando a mão no meu peito. Mas, de fato, ela estava se insinuando.

    Fui para a minha casa ainda pensando no que havia acontecido no elevador.

    Alguns dias depois, nos cruzamos novamente, ela parecia envergonhada. Mas conversamos, e voltamos ao assunto da sobremesa:

    – Ai, não sei como você não gosta daquela torta de limão. Você tem que experimentar algum dia.

    – É que eu costumo almoçar em casa, lá não tem sobremesa.

    – Ah, sei. Você cozinha?

    – Sim.

    – Poxa, um dia vou levar uma torta para você.

    – Claro, quando você quiser.

    E, nesse dia, as coisas ficaram neste pé.

    Passadas umas duas semanas, voltamos a nos encontrar, desta vez pela manhã, no horário de chegada:

    – Ainda estou esperando aquela sobremesa, viu? – comentei.

    – Ah, se você quiser, pode ser hoje?

    – Você vai levar uma sobremesa para mim? – perguntei, ainda incrédulo.

    – Sim, você quer?

    – Quero, sim.

    Combinamos então um horário, eu iria para casa e ela me encontraria lá.

    No horário combinado, ela me mandou uma mensagem e disse que sairia da empresa em dez minutos. Quando chegou, Ana Carolina não tinha sobremesa nenhuma. Disse que bateu o cartão na empresa e tinha somente uma hora de almoço, ficaria apertado o tempo para comprar a torta.

    Fiquei ainda mais perplexo com aquilo. Ela havia ido para minha casa somente para trazer a torta e não trouxe. O que fazia ali então?

    A resposta era cada vez mais óbvia. Já dentro do meu apartamento, me aproximei e a beijei na boca, ao que ela não ofereceu resistência. Naquele dia, ela usava um vestido curto, amarelo, na altura das coxas, que delineava seu corpo. O vestido era decotado e ela não usava sutiã. Seu corpo tinha várias tatuagens, algumas das quais só fui descobrir alguns minutos depois.

    Enquanto nos beijamos, minhas mãos apalpavam sua bunda generosa. Eu alisava sua bunda, encontrei rapidamente sua pequena calcinha.

    Eu beijava e lambia seu rosto e seu pescoço. Ela já gemia e suspirava, com meus beijos.

    Levei o dedo médio da mão direita para dentro de sua calcinha para estimular o clitóris. Ela soltou mais um gemido e movimentou os quadris instintivamente. Em alguns segundos, percebi que estava bem lubrificada. Ela então levou a mão ao meu membro e passou a apalpá-lo. Me deu um beijo no pescoço e se ajoelhou diante de mim.

    Ela abaixou minha bermuda e tomou meu cacete em suas mãos. Olhou para mim e abocanhou meu pau sem cerimônia. Foi uma mamada incrível, ela era uma artista. Lambia sem pressa, das bolas até a cabeça. Alguns minutos depois, ela se levantou, então, e ficou de costas para mim.

    Abracei-a por trás, beijando sua nuca, com meu pau duríssimo entre suas nádegas. Levantei seu vestido para apreciar melhor a visão de sua bunda. Abaixei sua calcinha e novamente levei a mão a sua xota, que estava ainda mais molhada.

    Antes mesmo de ser penetrada, ela já gemia bastante e estava com a respiração ofegante, tamanho era o tesão que sentia. Posicionei meu pau na entrada da buceta e ela própria tratou de introduzi-lo, facilmente. Ela estava de costas ainda, apoiada na parede, recebendo minhas estocadas. Eu levantei mais seu vestido para poder dar uns tapas em sua bunda. Vi ali que ela tinha uma tatuagem tribal na parte de baixo das costas, próxima da bunda mesmo. Era uma visão muito excitante.

    Eu falava sacanagem para ela, beijava e lambia seu pescoço e nuca. Perguntei se era aquilo que ela queria, a piroca do advogado e se ela gostava de meter chifre no marido.

    Ela sequer respondia, se limitava a balançar a cabeça afirmativamente.

    Sua buceta ensopada lavou meu pau com seu líquido.

    Depois de algum tempo, ela já havia gozado, parecia mais relaxada e pediu:

    – Goza para mim?

    – Onde voce quer que eu goze? – perguntei

    – Na boca … – ela disse isso com tanto tesão que era quase um carinho.

    Tirei meu pau de dentro, ela se ajoelhou diante de mim com a boca aberta para receber meu jato.

    Quando anunciei que iria gozar, ela abocanhou meu pau abruptamente, fazendo gargante profunda. Ejaculei na garganta e ela não desperdiçou nenhuma gota. Mamou tudo e deixou meu pau limpo.

    Se levantou então e se recompôs. Ela havia saído para almoçar havia quase duas horas, seu chefe estava mandando mensagem. Mas, efetivamente, ela não havia almoçado:

    – Você não vai almoçar nada? – perguntei.

    Ela abriu um sorriso malicioso e respondeu, me beijando na boca:

    – O meu almoço foi o seu leitinho gostoso.

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